quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jesus x Geek

Inauguro a sessão de humor do "Detectando a Realidade" com uma tira em quadrinhos.


O site original é o Nebulosa Nerd's Bar.
A tirinha foi retirada do Bule voador.

Frase do dia: verdade e fé

A frase de hoje é do cético Dan Barker, ex-pastor evangélico graduado em teologia e que escreveu o livro "Perdendo a Fé na Fé: De Pastor a Ateu"


"A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas mãos todo domingo, cantando: 'Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo ser forte! Amém!'." Dan Barker


Essa é para as pessoas que acham que fé é uma virtude.






Vida extrema: os habitantes da escuridão

A origem da vida é um evento altamente improvável, pois depende do surgimento de uma molécula capaz de replicação a partir de compostos mais simples. É um evento tão improvável, que até agora pelo que sabemos, ocorreu apenas uma vez no universo (apesar de eu não acreditar que tenha sido só essa vez). Bom, se eu escrevi isto e você leu, fica óbvio que esse surgimento da vida conhecido ocorreu aqui na Terra.
    Tão verdadeiro quanto à improbabilidade do surgimento da vida é o esforço que essa mesma vida faz para se manter após ter surgido. No planeta, os seres se adaptaram aos mais diversos ecossistemas, alguns impossíveis de imaginar a alguns anos. Podemos encontrar seres extremófilos em vários ambientes, como chaminés vulcânicas no assoalho oceânico em zonas abissais, lagos salinos, ácidos ou com temperaturas altíssimas, regiões de gelo eterno na Antártida e em cavernas onde nem os nossos melhores sensores são capazes de captar um único fóton. Nesses ambientes, a vida precisa driblar dificuldades tão grandes que, nós seres comuns que vivemos em condições "light" nem conseguimos imaginar, e a maioria não conseguiria se adaptar.


 Chaminés hidrotermais no fundo do oceano, um ecossistema frágil sustentado pela quimiossíntese feita por bactérias.

 Lago Mono, na Califórnia-EUA. O lago apresenta uma grande concentração de sais, dificultando a sobrevivência da vida comum. Impressiona a aparência quase extraterrestre do local.

    Um dos ecossistemas extremos mais comuns são os de interior de cavernas. Muitas vezes quando uma caverna se forma, alguns seres vivos podem ser levados para lá e acabarem presos, como por exemplo, uma lagoa subterrânea formada por um rio que passava por ali e que diminuiu seu volume. Nesse caso, vários animais do rio original podem ficar isolados naquela caverna. O isolamento possibilita que ocorra especiação.

 Lagoa subterrânea em Messalini-Grécia.

    Um ambiente subterrâneo impõe pressões seletivas especiais. A maior parte dos seres do planeta depende da energia solar, pelo menos indiretamente. Os produtores (fotossintetizantes) captam a energia luminosa e a armazenam na forma de energia química nos compostos orgânicos (como a glicose). Os animais utilizam essa energia alimentando-se dos produtores. 
    Em um local de, em muitos casos, escuridão total, é impossível a presença de seres fotossintetizantes, tornando essa região dependente do meio exterior. A ausência de luz acaba restringindo a alimentação a restos de comida trazidos por rios subterrâneos, fezes de morcegos, animais que entram por engano na caverna e acabam morrendo e, em pequena escala, às bactérias quimiossintetizantes que também fornecem alimento ao ecossistema cavernícola.
    Em um ambiente com tantas restrições alimentares, a evolução tende a punir o desperdício (na verdade ela costuma fazer isso em qualquer ambiente) e favorecer indivíduos que diminuam seus gastos. Uma adaptação fácil de prever em animais troglóbios (só vivem na escuridão) é a redução do tamanho e diminuição do metabolismo. Essas medidas diminuem a necessidade de nutrientes.
    Outras características comuns são a ausência de olhos e pigmentação. Mas como essas características podem ter surgido e tornado-se as mais comuns na população?
    Com certeza, a mutação é a fonte de novas características, mas ela por si só não pode ser definida como vantajosa ou prejudicial. Quem decide o que é bom ou não é o ambiente, através da seleção natural. Imagine um peixe que nasça com uma mutação que impeça a formação dos olhos. Muito provavelmente esse indivíduo levará desvantagem na procura de alimentos e fuga de predadores.  Mas, se esse peixe nasceu em um ambiente sem luz, de que lhe serve enxergar? Seria uma vantagem tremenda não gastar energia (rara na caverna) na produção de olhos.
    Outro detalhe que fica fácil de perceber é o seguinte; em um ambiente onde os animais não conseguem enxergar, ou nem olhos têm, qual seria a vantagem da pigmentação? Para que gastar energia produzindo coloração atrativa ou de camuflagem se nenhum parceiro sexual ou predador poderá te enxergar? Um animal albino poderia ser bem sucedido nesse local. Observe o esquema abaixo:

 Esquema de adaptação ao ambiente cavernícola. Os animais tendem a perder os olhos e a pigmentação, o que leva a uma economia de energia, muito importante em um ambiente com poucos nutrientes. A sequência de mutações (lembrando que são aleatórias) não precisa ser necessariamente essa (poderia ser o inverso).
  
    Existem diversos seres adaptados às condições encontradas em cavernas. Por ser um ecossistema restrito, essas espécies são bastante ameaçadas de extinção. O homem pode causar o desaparecimento dessas populações através de atividades de mineração, pela poluição dos rios e até mesmo pelo turismo excessivo, perturbando essas cadeias alimentares frágeis.
    Conheça alguns curiosos troglóbios abaixo:


 Lagosta cega e transparente: exemplar de uma das 39 espécies conhecidas da América do Norte.


 Piranha cega brasileira (Stygichthys typhlops): espécie encontrada em caverna de Minas Gerais.


 Peixe cego das cavernas (Astyanax mexicanus): espécie originada do peixe tetra comum. Encontrado em cavernas no Texas e México.


Salamandra (Proteus anguinus) com olhos atrofiados e sem pigmentação. É um animal de grande longevidade, sobrevivendo em média 70 anos.

O pseudoescorpião Titanobochica magna, troglóbio recentemente descoberto em Portugal. 

    A vida pode ser um dos fenômenos físico-químicos mais espetaculares do universo, mas com certeza a sua característica mais impressionante é a persistência. Não sabemos em quantos planetas mais a vida se aventurou, mas quase podemos garantir que, se ela surgiu, ainda deve estar lá esperando que nós a encontremos. Observando os ambientes mais inóspitos da Terra e vendo toda a luta da vida para se manter, podemos ter um vislumbre do que outros mundos podem nos aguardar.


Artigo originalmente publicado em Curso Athenas por mim.

Sexo: por que fazê-lo, ou não


O sexo é uma das invenções mais curiosas da natureza. Algo tão natural, e no caso de alguns animais, prazeroso, deveria ser universal. Mas não é!
    Alguns seres vivos jamais o adotaram (ex: cianobactérias), outros o usam apenas em casos especiais (ex: bactérias, através da conjugaçãotransdução ou transformação) e outros regrediram a um estágio assexuado a partir de espécies ancestrais sexuadas (ex: rotíferos bdelóideos, onde nunca foram observados machos).

 1- cianobactéria realizando bipartição, a forma mais comum de reprodução assexuada; 2- rotífero bdelóideo, um animal microscópico onde uma população constituída apenas por fêmeas reproduz-se por partenogênese.

    A verdade é que ambos os tipos de reprodução (sexuada e assexuada) apresentam vantagens, por isso os dois tipos são empregados, às vezes pelo mesmo organismo.
    As bactérias geralmente reproduzem-se assexuadamente por bipartição, e algumas espécies gastam em média 20 minutos para completar um ciclo. O tipo de crescimento populacional em seres que se reproduzem dessa forma é exponencial (uma PG de razão 2). Partimos de uma única bactéria e após 20 minutos temos duas, após mais 20 temos quatro, mais 20 e temos oito, e assim por diante. Agora imagine a quantidade em um único dia. São 72 gerações (divisões) em 24 horas, cada uma delas dobrando o número de bactérias (para chegar ao 72 é só fazer uma regra de três, 1 hora possui 3x20 minutos, logo 24 horas possuem 72x20 minutos). O resultado é um número absurdamente grande, que pode ser obtido pela fórmula matemática abaixo:

Fórmula que calcula o número de bactérias após um dado tempo. No caso, a1=1 (começamos com uma bactéria); n=72 (número de gerações em 24 horas); e q=2 (a cada divisão o número de bactérias é multiplicado por 2).

    Basta fazer a substituição para encontrar o número (muito grande) de bactérias produzidas ao final de um dia tendo começado com uma única célula.

Quantidade impressionante de bactérias em um único dia.

     Podemos ver que a velocidade é um dos pontos positivos deste tipo de reprodução. Agora fica fácil perceber como as bactérias podem causar uma infecção em tão pouco tempo.
    Outra vantagem é também óbvia, e podemos até humanizar os outros seres para explicar. Dá para fazer sozinho! Ninguém precisa levar ninguém ao cinema, nem precisa passar pelo aperto de conhecer os pais do(a) outro(a), e nem ir com a cara dos(as) amigos(as) dele(a). É muito mais prático.

Reprodução assexuada por bipartição, mais rápida e pode ser feita por um único organismo.

    Richard Dawkins em seu “O gene egoísta” define os seres vivos como máquinas de sobrevivência do DNA. Nós somos entidades automatizadas que agimos em prol de espalhar cópias dos nossos ácidos nucléicos. É uma teoria interessante, afinal de contas, a batalha da sobrevivência pode ser resumida a “durar” o suficiente para se reproduzir. É nesse ponto que parece surgir uma controvérsia. Se a nossa função é multiplicar réplicas de nossos genes, qual a razão do sexo ter surgido? Quando um ser se reproduz de forma assexuada, passa 100% de seu DNA para os descendentes. Com a reprodução sexuada essa taxa cai para 50%. É claramente uma desvantagem do ponto de vista do indivíduo que luta para passar seu DNA.
    A melhor explicação para isso é que, ao realizar o sexo, o ser “embaralha” o seu conjunto gênico com os genes do outro, aumentando a diversidade. Os seus genes fazem novas parcerias, e em alguns casos, essas novas combinações podem ser vantajosas. A desvantagem de passar apenas metade do seu DNA é compensada na possibilidade de esses 50% serem mais bem sucedidos em um novo organismo diferente, do que seriam em um ser com 100% de semelhança com o original.

 Esquemas básicos de reprodução em bactérias. No primeiro caso temos a conjugação (detalhada a seguir), e no segundo a bipartição.

     Para ilustrar, imagine que estejamos lidando novamente com bactérias. Em uma população que surja unicamente por reprodução assexuada, um antibiótico letal a uma delas matará a todas. Com a variabilidade possibilitada pela reprodução sexuada, uma delas pode ser resistente e se manter no ambiente. Por essa razão as bactérias comumente passam por um processo onde doam parte de seu DNA (plasmídeo) para outra bactéria, denominado conjugação. Note que a conjugação se inicia com duas bactérias e ao final do processo, continuamos com duas. A intenção não é aumentar o número de indivíduos, mas sim a variabilidade.

 Conjugação bacteriana.

     As bactérias realizam ainda dois outros tipos de reprodução sexuada; a transdução, onde um vírus é montado errado dentro de uma célula bacteriana e transporta “sem querer” o DNA desta para outra, e a transformação, onde uma bactéria absorve DNA de outra bactéria morta no meio (mais ou menos como se eu gostasse do tipo de cabelo de uma pessoa morta e absorvesse seu DNA para produzir esta característica). Observe as duas formas de reprodução abaixo:


Dois tipos de reprodução sexuada em bactérias: Transdução, no alto, e transformação, logo abaixo.

    Resumindo, a diversidade aumenta a adaptabilidade da espécie, e o sexo aumenta a diversidade. Isto por si só é um bom motivo para o sexo ter se mantido após ter surgido na escala evolutiva. Foi uma ideia tão boa, que a seleção natural passou a beneficiar os seres com o prazer sexual. Quanto mais “carinhas felizes”, mais sexo, e quanto mais sexo, mais organismos com variabilidade.
    O surgimento da reprodução sexuada possibilitou posteriormente o aparecimento dos gêneros masculino e feminino, e todos os seus joguinhos de disputas por parceiros sexuais, com diferentes estratégias reprodutivas.
    Na briga pela sobrevivência duas estratégias principais foram adotadas, ambas altamente funcionais, mas irreconciliáveis. Em uma delas, o ser vivo pode produzir vários filhotes e cuidar muito pouco deles, o que causa grande mortalidade, mas praticamente garante que um filhote pelo menos chegará à fase adulta. A outra possibilidade é produzir poucos filhotes, mas cuidar bastante deles, o que garantirá que a maior parte deles consiga se desenvolver.

 Estratégias reprodutivas comuns na natureza. No primeiro caso, apesar de produzirem vários filhotes, poucos chegam à idade adulta devido à falta de cuidado parental; no segundo, poucos filhotes são produzidos, mas a mortalidade também é menor.

    Você pode pensar que seria melhor ainda se um ser vivo tivesse vários filhotes e cuidasse muito deles, mas lembre-se que estamos falando de ambiente natural, onde os recursos têm que ser conseguidos de forma quase sempre sangrenta. A abundância necessária para realizar tal feito geralmente não é permitida pela natureza.

A estratégia de ter vários filhos e cuidar pouco deles por falta de recursos é um dos fatores que gerava a alta mortalidade de antigamente.

    Veja o caso dos vertebrados. Os primeiros seres desse grupo eram aquáticos, e como a maioria dos peixes e anfíbios ainda faz, realizavam a fecundação externa, onde o macho libera espermatozóides na água por cima dos óvulos da fêmea. Essa prática gera muito desperdício, pois os embriões ficam expostos ao ambiente, o que dificulta muito o cuidado parental (pelos pais). Por esse motivo, geralmente são produzidos muitos filhotes por cria, de acordo com a primeira estratégia apresentada.

Fecundação externa em anfíbios, os gametas são liberados na água.

    Como a natureza tende a punir o desperdício, era só questão de tempo até que surgisse a cópula (fecundação interna), que aumenta o cuidado dos filhotes, mas diminui a quantidade deles, como na segunda estratégia.

 Cópula (fecundação interna) em insetos. Repare que a libélula macho prende a fêmea pela cabeça, técnica que impede que outro macho a “roube” durante o voo (terceira gravura).

    Com o surgimento da cópula, criou-se pressão seletiva para o desenvolvimento de órgãos especializados para a prática. A natureza acabou inventando o modelo chave-fechadura sexual. Com isso, os vertebrados desenvolveram várias estruturas exclusivas para “entregar” os espermatozóides dentro do corpo das fêmeas, como os clásperes,hemipênis e pênis.

 Modelo chave-fechadura e órgãos copuladores masculinos: Clasperes em tubarão (1); hemipênis em cobra (2); clásper em peixe-cachorro (A); pênis de gambá (B), carneiro (C), boi (D), musaranho (E), humano (F) e equidna (G).
                                                                                                                                           
    Os clásperes são adaptações dos machos próximos às nadadeiras pélvicas que inserem os espermatozóides na fêmea. Imaginava-se que essas estruturas tivessem surgido nos condríctes (peixes cartilaginosos, como os tubarões), mas a descoberta recente de um peixe placodermo fóssil carregando embriões mudou nossa compreensão sobre a história evolutiva do sexo, de acordo com a revista Scientific American Brasil.
    Os placodermos foram um grupo de peixes atualmente extintos que viveram há cerca de 375 milhões de anos durante o período devoniano (período dominado pelos peixes), e possuíam placas ósseas resistentes no corpo, além de apresentarem mandíbulas.
  
 
Dunkleosteus, um exemplo típico de placodermo em reconstituição e fóssil expondo suas temíveis presas.

    Esses peixes dominaram a terra por milhões de anos e foram os primeiros seres vertebrados a copular e a dar à luz filhotes vivos, em vez de depositarem seus ovos na água para fecundação e desenvolvimento externos. Como explicado anteriormente, embora os animais que procriam dessa forma tenham muito menos descendentes que os que põem ovos a serem fecundados, os filhotes são maiores e mais resistentes que os resultantes da desova. Essa estratégia reprodutiva pode ter dado, no período devoniano, uma vantagem essencial para a sobrevivência, numa época em que o mar estava repleto de predadores, afirma a SciAm.

1- placodermos realizando cópula; 2- reconstituição de Austrophyllolepis, o seu fóssil provou que os placodermos possuíam clásper; e 3- reconstituição de Materpiscis (peixe mãe) encontrado com embriões, mostrando que esses peixes eram vivíparos.

    Ao que tudo indica, os osteíctes (peixes ósseos) reverteram à fecundação externa posteriormente, não se sabe exatamente a razão.
    Observe o esquema dos tipos de fecundação nos vertebrados abaixo:


    A reprodução é uma obsessão básica em todos os seres vivos, independentemente da forma empregada, e o sexo tornou a busca por um parceiro uma questão de vida ou morte. O sexo é um recurso a ser disputado, e não é a toa que cobrar por ele é chamado de profissão mais antiga do mundo. Frans de Wall em seu livro “Eu, primata” mostra que a prática surgiu bem antes da humanidade, sendo encontrada também nos chimpanzés e bonobos, nossos parentes mais próximos.
    Nós humanos, inclusive, habituados a nos vermos como diferentes e separados dos outros seres vivos, nos prestamos a essas disputas sexuais. Direta ou indiretamente o sexo molda como nos vestimos, falamos, trabalhamos e nos relacionamos com outros humanos. A cultura imprime seu quinhão ao comportamento, possibilitando até o bizarro (do ponto de vista da natureza) sexo desvinculado da reprodução.
    Vivemos em um mundo movido pela sexualidade, e até que ele não é tão mal assim. Finalizo com uma paródia feita por Dawkins no livro "A grande história da evolução" de uma frase de Richard Feynman, ganhador do Nobel de física: "Se você acha que entende o sexo, você não entende o sexo.".

Artigo publicado originalmente em Curso Athenas por mim.

Ironias orkutianas II

O orkut tá mesmo de sacanagem.

Primeiro a piadinha do "amen" quando fui divulgar meu blog, agora quando fui mandar o link pro meu pai, a coincidência foi com uma sigla que eu estou acostumado justamente por causa dele, que é engenheiro: "crea" conselho regional de engenharia e arquitetura..., kkkkkkkkkkkkkk

To falando que o google tá virando um deus onisciente e ninguém acredita. Corram para as montanhas!!!!!!! kkkkkkkkk

Frase do dia: muito por descobrir ainda

A Frase de hoje é do grande sir Isaac Newton, responsável pela gravitação universal, as leis do movimento e pela explicação da decomposição da luz branca no prisma, dentre outras descobertas.


“O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano”. Isaac Newton.


Uma ótima frase. Dá dimensão ao que ainda temos por descobrir; e nos maravilhar.
Para isso precisamos fazer uso da melhor ferramenta que a engenhosidade humana desenvolveu: o método científico.